Dívida de R$ 6 milhões
Rede de postos de combustível, São Paulo · Itaú
Pagamento parcelado em 48 vezes, sem juros.
Reestruturação de dívidas bancárias para empresas
Reorganizamos a empresa, negociamos com o banco de igual para igual e protegemos, dentro da lei, o patrimônio da empresa e do sócio avalista durante todo o processo.
Resultados
Cada negociação depende do contrato, das garantias e do momento. Os casos abaixo são reais e não identificam os clientes.
Rede de postos de combustível, São Paulo · Itaú
Pagamento parcelado em 48 vezes, sem juros.
Supermercado com faturamento de R$ 4 milhões por mês · Itaú, Bradesco e Santander
Dívidas de Pronamp, FGI e capital de giro, com recebíveis de maquinetas em garantia. Quitação após 9 meses de negociação.
Construtora · Banco do Brasil
Dívida de FGI e Pronamp garantida por veículos da empresa, aval do sócio e um terreno. Seis meses de carência e 48 parcelas sem juros.
Escritório Mais Admirado do Brasil por dois anos consecutivos, segundo a publicação Análise Advocacia, pela atuação em Direito Bancário.
O tempo certo
Arraste o marcador até o momento da sua empresa e veja quantos caminhos ainda estão abertos. Cada etapa que passa tira alternativas do arsenal.
Arraste o marcador ou toque em um momento.
O melhor momento. Dá para reestruturar sem inadimplência, organizar o patrimônio e negociar sem pressão. Muitas vezes a empresa nem precisa atrasar.
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Quem procura o escritório cedo muitas vezes nem precisa entrar em atraso, nem correr risco de execução. Os sete caminhos estão explicados a seguir.
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Reestruturação e proteção patrimonial
Reorganização societária, gerenciamento do passivo e proteção do patrimônio, feitos no tempo certo e dentro da lei.
Sem estrutura, a dívida da empresa chega ao sócio pelo aval e, pelo sócio, aos bens da família. Cada bloqueio ou penhora atinge a operação e a casa ao mesmo tempo.
Com a estrutura certa, a empresa negocia um plano que cabe no caixa, o aval do sócio deixa de ser um cheque em branco e o patrimônio fica fora do alcance da execução. A estrutura muda conforme o caso: veja os caminhos abaixo.
Holding é um dos caminhos, não o único. Escolha um para ver o que costuma se aplicar.
Imóveis, participações e outros bens saem da pessoa física e da empresa que opera e passam para uma holding, com regras próprias de administração. A operação segue negociando com o banco, e o patrimônio fica fora do alcance da execução.
Quando se aplica: sócios com patrimônio relevante em nome próprio ou dentro da empresa operacional.
Uma estrutura intermediária passa a receber e direcionar os pagamentos da operação. O caixa deixa de ficar exposto a bloqueios e o acordo com o banco ganha previsibilidade.
Quando se aplica: empresas com recebíveis relevantes, maquinetas ou contratos de longo prazo dados em garantia.
Transferência lícita de bens e atividades para estruturas adequadas, com documentação e valores de mercado, feita antes que a execução alcance.
Quando se aplica: enquanto ainda não há execução em curso. Depois disso, transferências podem ser questionadas na Justiça.
Revisão da natureza da dívida e das garantias para reposicionar o crédito do banco, o que muda o peso dele na negociação e em uma eventual recuperação judicial.
Quando se aplica: garantias frágeis, contratos com cláusulas revisáveis ou dívidas de programas como Pronamp e FGI.
Embargos, discussão das garantias, apuração do excesso de execução e substituição de penhora suspendem ou limitam a cobrança judicial e abrem espaço para negociar.
Quando se aplica: execução ajuizada, bloqueio de contas ou penhora em andamento.
Para a empresa que não pode ter protesto nem restrição: licitantes, franqueados e quem depende de crédito. O plano é ajustado com o banco antes de a parcela vencer, sem inadimplência.
Quando se aplica: empresa em dia, mas com parcelas incompatíveis com o caixa.
Quando não há como manter as parcelas, organizamos o que deixa de ser pago, em que ordem e como o patrimônio fica protegido nesse intervalo, até o acordo.
Quando se aplica: parcelas já em atraso ou caixa insuficiente para o próximo vencimento.
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Sócio-fundador · quem conduz a negociação
"Passei anos do lado de dentro do sistema bancário. Sei como o banco precifica o risco, monta o contrato e conduz a cobrança. Hoje uso isso para negociar de igual para igual."
Escritório em João Pessoa e atuação em 25 estados, com uma equipe de mais de 30 profissionais. A primeira conversa é agendada pela internet ou começa pelo WhatsApp, de onde a empresa estiver.
Conheça a trajetória completaPróximo passo
O botão leva ao agendamento: algumas perguntas sobre a empresa e a escolha do horário da conversa. Quem prefere pode chamar direto no WhatsApp.
Responde a algumas perguntas sobre a empresa e a dívida e escolhe o horário da conversa. Leva poucos minutos.
Para ler o caso, a equipe pede o essencial: contratos, extratos, garantias e avais. Com isso, separa o que é principal, o que é encargo e o que é revisável.
Na conversa, uma primeira leitura do caso e a proposta do que fazer primeiro: o que negociar, o que defender e como proteger o patrimônio nesse intervalo. A decisão de seguir é sua.
Diagnóstico
Três perguntas, sem cadastro, para chegar ao agendamento sabendo o que fazer primeiro.
Agende um horário, conte a situação da empresa e receba uma primeira leitura do caso.
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